Conhecida como Cidade Simpatia, Caçapava faz jus ao título que ganhou do jornalista carioca Martins Capestrano em 1940, em reportagem publicada na revista Fon-Fon, do Rio de Janeiro. A cidade é uma das mais acolhedoras e hospitaleiras da região.
Apesar de abrigar grandes indústrias, Caçapava conseguiu manter seu clima interiorano e suas tradições religiosas e culturais, como a Festa de São João, o artesanato em cumbuca e as figureiras. A cozinha típica caçapavense tem como destaques o bolinho caipira e a taiada, um doce preparado com caldo de cana, gengibre e farinha de mandioca.
Para ter uma mostra da gastronomia e do artesanato local basta dar um passeio pelo Mercado Municipal de Caçapava, principalmente aos sábados. Mas se puder estender um pouco o passeio, saindo da área urbana, é possível fazer passar um dia agradável com a família no Parque Ecológico da Moçota ou em pesqueiros, alambiques e restaurantes de comida típica localizados nas estradas rurais da cidade.
O roteiro turístico de Caçapava ainda conta com o museu do 6º BIL (Batalhão de Infantaria Leve), que abriga tesouros da História do Brasil e do Exército, e o Museu Roberto Eduardo Lee, de carros antigos –ambos proporcionam uma viagem no tempo.
E também fica em Caçapava o pedaço mais doce da Via Dutra, que atrai adultos e crianças de diversas regiões do estado: a fábrica de chocolates Nestlè. Os visitantes são recebidos por monitores que mostram todo o processo de fabricação de diversos chocolates da marca, o passeio termina em uma lojinha onde é possível encontrar praticamente todos os doces da Nestlé produzidos no Brasil. A visita precisa ser agendada com antecedência no site da empresa.
Em 1705, o fazendeiro paulista Jorge Dias Velho, casado com Sebastiana de Unhate, construiu a capela de louvor a Nossa Senhora da Ajuda no local denominado “cassapaba” (do tupi caassa = mato e paba = clareira, vereda), hoje conhecido como Caçapava Velha, que deu origem à futura cidade de Caçapava.
Em torno da capela fixaram outros moradores, formando um povoado que, em 1814, foi elevado à freguesia subordinada a Taubaté. Do povoado partiram desbravadores e fundadores de outras cidades.
Dois dos mais conhecidos são: Francisco Barreto Leme do Prado, fundador de Campinas, e capitão Tomé Portes D’el Rei, fundador de São João D’el Rei, em Minas Gerais. Disputas políticas no povoado culminaram, em 1842, com deslocamento de um grupo contrário à situação para um outro sítio alguns quilômetros distantes de Caçapava Velha, em terras doadas pelo fazendeiro coronel João Dias da Cruz Guimarães, onde foi construída uma capela em homenagem a São João Batista.
No novo povoamento, os capitães João Ramos da Silva e João Lopes Moreira, com a colaboração do major Francisco Alves Moreira, deram impulso ao desenvolvimento de Caçapava. Em 1855 o novo arraial foi elevado à categoria de Vila, elevada à cidade em 1875. A capela de São João Batista passou a ser a Matriz da Paróquia de Nossa Senhora da Ajuda.
O Brasão de Armas do município de Caçapava é um de seus símbolos oficiais, por isto presença obrigatória nos prédios públicos, veículos e impressos municipais. Caçapava também adota o brasão em sua bandeira, unindo dois símbolos em um só.
O desenho do brasão segue as regras internacionais criteriosas da heráldica (ciência que estuda armas, símbolos e brasões)
História da Bandeira de Caçapava
História

Em 1705, o fazendeiro paulista Jorge Dias Velho, casado com Sebastiana de Unhate, construiu a capela de louvor a Nossa Senhora da Ajuda no local denominado “cassapaba” (do tupi caassa = mato e paba = clareira, vereda), hoje conhecido como Caçapava Velha, que deu origem à futura cidade de Caçapava.
Em torno da capela fixaram outros moradores, formando um povoado que, em 1814, foi elevado à freguesia subordinada a Taubaté. Do povoado partiram desbravadores e fundadores de outras cidades.
Dois dos mais conhecidos são: Francisco Barreto Leme do Prado, fundador de Campinas, e capitão Tomé Portes D’el Rei, fundador de São João D’el Rei, em Minas Gerais. Disputas políticas no povoado culminaram, em 1842, com deslocamento de um grupo contrário à situação para um outro sítio alguns quilômetros distantes de Caçapava Velha, em terras doadas pelo fazendeiro coronel João Dias da Cruz Guimarães, onde foi construída uma capela em homenagem a São João Batista.
No novo povoamento, os capitães João Ramos da Silva e João Lopes Moreira, com a colaboração do major Francisco Alves Moreira, deram impulso ao desenvolvimento de Caçapava. Em 1855 o novo arraial foi elevado à categoria de Vila, elevada à cidade em 1875. A capela de São João Batista passou a ser a Matriz da Paróquia de Nossa Senhora da Ajuda.
O Brasão de Armas do município de Caçapava é um de seus símbolos oficiais, por isto presença obrigatória nos prédios públicos, veículos e impressos municipais. Caçapava também adota o brasão em sua bandeira, unindo dois símbolos em um só.
O desenho do brasão segue as regras internacionais criteriosas da heráldica (ciência que estuda armas, símbolos e brasões)

História da Bandeira de Caçapava

(fonte: Site Prefeitura)
A bandeira é o principal do grupo dos três símbolos municipais: bandeira, brasão e hino. A de Caçapava foi idealizada pelo Lions Clube local e elaborada pela lei municipal 1.333, de 6 de outubro de 1969, na administração do prefeito José Miranda Campos (Zito Miranda). O primeiro hasteamento da bandeira de Caçapava foi no dia 14 de abril de 1970 – data em que se comemorou o 115º aniversário da cidade, que foi elevada à categoria de vila em 1855.
Justificativa e simbolismo
O simbolismo da bandeira de Caçapava descreve que seus elementos encontram-se esquartelados em cruz, sendo os quartéis verdes, constituídos por quatro faixas amarelas carregadas de três estrelas vermelhas cada uma, dispostas duas a duas no sentido horizontal e vertical e que partem dos vértices de um losango amarelo central, onde o Brasão Municipal é aplicado.
De conformidade com a tradição da Heráldica Portuguesa, da qual herdamos os cânones e regras, as bandeiras municipais podem ser oitavadas, sextavadas, esquarteladas ou terciadas, tendo por cores as mesmas constantes do campo do escudo e ostentando ao centro uma figura geométrica, onde o Brasão Municipal é aplicado. A Bandeira de Caçapava obedece à essa regra geral, sendo esquartelada em cruz, evocando, também nesse estilo, o espírito cristão de seu povo.
O Brasão ao centro representa o Governo Municipal e o losango amarelo (onde é contido) simboliza a própria cidade sede do município. A cor amarela é símbolo de glória, esplendor, grandeza e mando. As faixas que partem dos vértices do losango central, dividindo a bandeira em quartéis, simbolizam a irradiação do Poder Municipal a todos os quadrantes de seu território. As faixas são carregadas, cada qual de três estrelas vermelhas, representando as inúmeras cidades fundadas pelos intrépidos bandeirantes caçapavenses. A cor vermelha é símbolo de audácia, intrepidez, coragem e valentia.
Os quartéis, assim constituídos, simbolizam as propriedades rurais existentes no território municipal. O verde dos quartéis é símbolo de dignidade, honra, cortesia, alegria e abundância, é a cor simbólica da esperança, lembrando os campos veraciantes onde vicejam os arrozais, fazendo esperar copiosa colheita.
Construção modular
A Bandeira Municipal de Caçapava deve ser reproduzida com 14 (quatorze) módulos de altura da trabalha por 20 (vinte) módulos de comprimento do retângulo. A largura das faixas amarelas será de 1 (um) módulo e as estrelas terão 1/3 (um terço) de módulo de diâmetro.
A distância dos vértices do losango central para os bordos da Bandeira ou o comprimento das faixas, será de 4 (quatro) módulos nos quatro lados, ficando assim o losango central com 12 (doze) módulos de comprimento por 9 (nove) módulos de altura.